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Economia

Solo para altas rentabilidades

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Detalhes que estão abaixo dos olhos, mas que fazem toda a diferença

Pensar no solo de forma única e individualizada, assim como pensamos na saúde humana. Ao menos uma vez ao ano as pessoas devem realizar uma consulta médica, fazer exames e entender quais nutrientes o corpo possui, e quais precisa complementar. Da mesma forma ocorre com o solo. 

Realizar amostras, analisar e entender quais os nutrientes são necessários para que se tenha um solo com boa fertilidade, e a tão sonhada alta rentabilidade. 

Costuma-se dizer que o solo é como uma poupança: se o produtor nutre, ele dará a resposta. O pesquisador e professor Dirceu Gassen, costumava explanar que a cultura bebe os nutrientes todos os dias, ou seja, o solo é a base de alimentação dessa cultura. 

Sabemos que mais de 60% da produtividade depende da fertilidade do solo. E para realizar um bom preparo, o solo exige mais que o básico bem-feito. Com os avanços que a ciência e tecnologia oferecem os produtores têm condições de cada vez mais alcançarem resultados jamais vistos. 

Pensar em um plano único e individualizado de nutrição e fertilidade, elaborado por especialistas, se faz mais que necessário. De acordo com a Embrapa, o Brasil possui uma grande diversidade de solos em sua extensão, no entanto, com base nas 13 classes de solos contidas do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS), o país é naturalmente baixo em fertilidade. 



Mas afinal, o que é um solo realmente fértil e como repor seus nutrientes?

Segundo a Embrapa, para o crescimento e desenvolvimento das plantas existem, geralmente, cinco fatores indispensáveis: luz, temperatura, ar, água e nutrientes. Com exceção da luz, o solo tem capacidade de supri-los, quer no todo ou em parte. 

Ou seja, a fertilidade está diretamente associada ao solo. Porém, para termos altas produtividades é necessário um conjunto de ações, tais como potencial genético da planta, manejo, clima, e a nutrição, que está associada à planta. E é um fato: uma boa fertilidade do solo resultará em uma boa nutrição de plantas. Os pesquisadores Malavolta e Raij já diziam que a fertilidade é a capacidade do solo fornecer elementos essenciais à planta.

Como foi dito antes, é preciso um plano individualizado para repor o que o solo precisa. Mas existem algumas ações que podem ser feitas de uma forma generalizada. Tais como:


1) Analisar o solo: sem saber o que ele precisa, não é possível repor o que possivelmente falta

O Departamento Técnico da Agrofel Grãos e Insumos orienta que estamos no momento ideal para realizar essa análise. Saímos da safra de verão e estamos indo para a de inverno. Na análise do solo são avaliados aspectos químicos, físicos e biológicos do solo. 

Através da análise de solo é possível saber se existe a necessidade de calagem, qual a quantidade e tipo de calcário é necessário, e quais macro e micronutrientes são necessários para repor por meio da adubação. Ainda pela análise de solo é possível saber como está a fertilidade daquela área, para repor o fertilizante de forma assertiva. 


2) Calagem: o detalhe que faz a diferença

Pode até ser um processo que entraria no modo automático nas propriedades rurais gaúchas, mas quando aplicado de forma correta fará uma grande diferença. Estamos falando da calagem: que é a aplicação de calcário na área para corrigir o pH do solo, ou seja, a acidez, e fornecer cálcio e magnésio para as plantas. Outro fator que o calcário corrige é a existência de alumínio no solo, que para as plantas é tóxico. 

Estimular o crescimento radicular da planta também é uma das vantagens em realizar a calagem, pois quanto mais crescimento radicular uma planta tiver, maior será a sua área verde no período emergente. O final da safra de verão é o momento ideal para realizar este processo. 


3) Gessagem: o aliado do sistema radicular das plantas

Por ser um solo naturalmente com muito alumínio (AI), e pouco cálcio (Ca), o Brasil precisa incorporar em seu manejo a aplicação de gesso nas áreas. E um dos grandes benefícios de usá-lo, é que ele chega em camadas subsuperficiais do solo melhorando a capacidade de desenvolvimento das plantas, que por consequência, aumenta o sistema radicular. 

O gesso por ser um subproduto da indústria de fertilizantes fosfatados funciona como um agente condicionante para o solo. Pois ele é fonte de cálcio, e enxofre. Dois minerais importantes para o bom desenvolvimento de raízes, atuando nas propriedades químicas do solo. Outro ponto importante é que o cálcio é um macronutriente essencial para as plantas, uma vez que atua diretamente na estrutura delas.


4) Adubos verdes: uma opção cada vez mais utilizada

Cultivar plantas que possam ser usadas na cultura subsequente, esse é o conceito de adubação verde. Essa opção normalmente é utilizada para incorporar nitrogênio, como o nabo forrageiro, ou ainda para controlar nematoides e doenças. 

Além disso, a fixação de nitrogênio em algumas culturas, fazendo o uso do adubo verde, pode chegar a 280 kg de nitrogênio por hectare. Da mesma forma, recupera solos degradados, aumentando também a sua fertilidade. 

O adubo verde também possui outro grande benefício: auxilia as raízes das plantas a formarem macro e microporos que melhoram a estrutura do solo. 


5) Macro e micronutrientes: o poder da nutrição dos alimentos

Saber equilibrar a nutrição das plantas é parte essencial. Assim como o solo precisa ser corrigido, a planta necessita ser nutrida e todos desempenham o seu papel nesse grande ciclo. No entanto, quando há exagero de um, ou falta de outro, nota-se diferença na qualidade da produção.

Os macronutrientes primários essenciais que devem ser encontrados nas lavouras, ou corrigidos são: Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K). 

Já os macronutrientes secundários são Enxofre (S), Cálcio (Ca) e Magnésio (Mg), micronutrientes: Boro (B), Cloro (Cl), Cobre (Cu), Ferro (Fe), Manganês (Mn), Molibdênio (Mo) e Zinco (Zn), além de Carbono, (C), Hidrogênio (H) e Oxigênio (O2). 


Por isso, ter uma consultoria especializada para avaliação e orientação sobre os cuidados com o solo, se torna indispensável para obter altas produtividades no campo.

Procure um Consultor Agrofel Grãos e Insumos, e tenha tranquilidade no planejamento, pois é esse momento para se pensar na próxima safra.


Agrofel

Há mais de 4 décadas presente no Rio Grande do Sul ao lado do agricultor do plantio a colheita com soluções integradas para a busca de altas produtividades.

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