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Milho depois da soja de novo?

Entenda como a rotação de culturas é eficaz para evitar prejuízos

A maior parte das tecnologias geradas para o cultivo de grandes culturas como a soja, o milho, o trigo e o feijão, pressupõem sistemas de rotação de culturas com plantio direto na palha. Esta prática, juntamente com a cobertura permanente e o mínimo revolvimento do solo, são ações que normalmente conduzem á estabilidade do processo de cultivo.

A ausência de um sistema de rotação de culturas acarreta em alterações de ordem química, física e biológica no solo, que podem comprometer a estabilidade do sistema produtivo. Dentre as alterações observadas se destacam: a diminuição do teor de matéria orgânica do solo (MOS), a degradação da estrutura do solo, a intensificação dos processos erosivos, a redução da atividade e diversidade biológica, o aumento da incidência e severidade das pragas e doenças e o aumento da infestação de plantas daninhas. O conjunto desses problemas pode trazer também o aumento dos custos de produção face à concorrência de estresses bióticos e abióticos.

 

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